Fiz cinco pratinhos e cinco taças altas novas. E ainda mais seis solitários. Este barro é novo, tem chamote mais fina, não sei bem como vai resultar, mas não havia o que eu costumo trabalhar. Por um lado, talvez até seja melhor, pois quero pintar os motivos como se fossem fragmentos de azulejos ou faiança e o grão mais fino facilita. Já tenho esta ideia há muito tempo, para possíveis peças para pôr à venda no Museu do Azulejo. Tenho o tempo contado, se as quiser levar à Feira Setecentista, no fim da próxima semana e ainda falta quase tudo: secar, lixar, cozer, vidrar e pintar, cozer novamente. Acho que vou ter de acelerar o processo nalguma fase…


Essa cabeça não pára. É só ideias, ideias! Vamos lá ver se não se te “fundem os fusíveis”… Ficas arrumada.
Isto é uma brincadeira. Continua e força!
Já estão a fundir! Estas peças já foram um bocado forçadas, o que me valeu foi que a ideia já era antiga… Mas com tempo, trabalho-as melhor!
olha lá, óh Belinha, e nessas ideias onde entra a minha vaca?