Acabámos o levantamento dos azulejos em risco de destacamento do painel da Igreja da Lousã. Todos os que ficaram estão aderentes (e bem!) à parede. Nalguns casos, os azulejos estavam apenas presos pelas juntas e soltaram-se mal estas foram abertas. Noutros casos, os azulejos estavam já fracturados ao meio, estando uma metade solta e a outra completamente presa com cimento cola, o que se revelou um problema para conseguir retirá-la, mesmo abrindo as juntas, tendo em conta que a espessura dos azulejos é mínima. Depois do exemplo de uma que retirámos toda partida, decidimos arriscar colar as outras mesmo na parede; apesar das colagens poderem não ficar perfeitas, é preferível a ter de restaurar inúmeras fracturas e pequenas falhas de vidrado que, por mais faceado que esteja, acabam sempre por se perder.





