Estou a terminar as peças para a loja A roda da fortuna, em Évora e que ficaram a meio quando fui para Marrocos. Voltei a pegar na minha ideia antiga que fiz há dois, três anos?, para a feira setecentista de Queluz: criar peças únicas, baseadas na azulejaria portuguesa do séc. XVIII, mas que não sejam azulejos.
Na altura tive algumas questões técnicas que não consegui ultrapassar e agora também tenho; na verdade são ainda as mesmas – de lá para cá meteram-se uma série de trabalhos de conservação e restauro e toda a minha produção e experimentação cerâmica, que ia tão lançada, ficou parada. Agora, aos poucos, tudo recomeça e tenho várias frentes para acudir ao mesmo tempo, o que lá vou conseguindo.
