Não sei o que é que se passa, mas este ano continuam a chegar-me às mãos alguns trabalhos engraçados e diferentes daqueles que estou habituada a fazer.
Comecei hoje a trabalhar na procura de cores para os vidrados que preciso de fazer para alguns azulejos que faltam em três pequenos painéis da autoria da Bertina Lopes, pintora e escultora Moçambicana que, confesso, até à data nunca tinha ouvido falar.
E fiquei agora mesmo a saber aqui que, nos anos 60, teve uma bolsa de estudo para estudar cerâmica com o grande mestre Querubim Lapa – que por acaso também foi meu professor.

