Acabei hoje a intervenção que fiz no Passo do Terreirinho; essencialmente, execução de cerca de 120 réplicas de azulejos do séc. XVIII, pintados a manganês e branco, para colmatarem as lacunas dos que foram roubados ou vandalizados e acompanhamento do seu assentamento na parede.
Aproveitando a deixa e já que por ali estava, não resisti a fazer a integração cromática de alguns preenchimentos de uma ou outra falha de vidrado, de maior dimensão, que o ladrilhador tapou quando betumou as juntas e que de repente saltavam muito à vista – preciosismos de quem trabalha nesta área do restauro, mas assim a capela fica mais bonita para receber a procissão que vai lá passar já no próximo domingo.


Os seus métodos de trabalho encantam-me !!!!
Jorge, já sabe que está mais do que convidado para aparecer aqui na oficina!