Acabámos hoje o assentamento dos azulejos neo-clássicos na Academia Militar – eu e o Sr Zé Diogo. As juntas já estão fechadas e os vidrados limpos. Agora já não falta muito; preenchimentos de falhas de vidrado – poucos – e integração cromática.
Lusitânia, Teatro romano, Mettelinium, Afrescos, Conímbriga, Domus Aurea, Dolomite, Agregados, Areias siliciosas, Calcite, CaCo3, Ammaia, Pozolanas, Carbonatação, Aglutinante, Pirolusite, Óxidos, Cinábrio, Arsenikon, Massicote, Mínio, Branco de chumbo, Lápis-lazuli, 480º, Jazidas, Cré, Minas de S. Domingos, Negro de osso, Vitrúvio, Opus Caementicium, Casca de arroz, Calcário, Reboco, Pedreira, Leite de cal, Estuque, Verdigris.
5º dia de dessalinização do painel Ni-2, no Museu Militar. Tal como se esperava, os azulejos estavam cheios de sais e o condutivímetro tem apresentado valores muito elevados – mais de 4000 micro Siemens; o que, para já, obriga a mudanças diárias de banhos. Curiosamente, as filas superiores apresentam valores muitíssimo mais elevados – chegaram aos 8000 micro Siemens – o que corrobora a ideia deste problema, aqui, ser causado principalmente pela infiltração de água vinda da caleira superior em mau estado e também pelo tubo interno dentro da parede, com a manilha partida, que descarregava água constantemente no tardoz dos azulejos; não ascendendo os sais por capilaridade, como tantas vezes acontece. A parede, entretanto, já foi picada até à sua estrutura; a manilha foi substituída; a caleira está arranjada e o novo reboco, à base de cal e areia lavada, já está feito. Agora é esperar que os valores da condutividade dos banhos baixem até serem considerados irrelevantes e os azulejos estão prontos para serem reassentes. O que vai demorar, seguramente, mais umas duas semanas.