KATIE + KIM = ULI

2016-03-22 16.06.06

Depois de uma maré de pequenas árvores genealógicas em azulejo que fiz por altura do Natal, acabei agora mesmo de pintar uma nova, desta vez em tons de azul. A encomenda veio directamente de Chicago e é para oferecer ao bébé Uli, que nasceu há pouco tempo.

Se tudo correr bem, o azulejo cruza o Atlântico ainda esta semana.

 

 

OITO

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Estão finalmente prontos os oito novos exemplares de Relógios de Sol com mostrador horizontal que fiz para a latitude 38ºN, a da região central de Portugal, para já a pensar em Lisboa e arredores. Estou muito satisfeita com os resultados e com o interesse que todos têm demonstrado – parece-me que as pessoas gostam.

E aproveitando a deixa, já tenho uma série de ideias para novos modelos – se calhar, agora  em grés, para variar do refractário e continuar na linha do alto fogo.

GNÓMONS

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Acabei agora mesmo de enfornar os últimos quatro relógios de sol que ainda me faltavam – vão a cozer esta noite, a 1250º. A tentação de os ver prontos é grande, mas impossível abrir o forno amanhã, vai estar demasiado quente; de modo que agora, resultados, só na segunda-feira que vem.

Entretanto, já cortei e rebarbei todas as varetas de aço inoxidável que depois vão servir de gnómons – quero tudo pronto o mais rápido possível, para depois seguirem para uma ou duas lojas (que ainda não sei bem quais… ).

QUASE PRONTOS

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Depois de mais de um mês (quase dois!) à espera que secassem, consegui finalmente fazer a primeira fornada com os meus novos relógios de sol – pode-se dizer que são objectos relativamente grandes e grossos e a secagem deve ser muuuito lenta (o que não é difícil com o frio e a húmidade que tem estado) de modo a que não empenem e principalmente, não se partam durante a primeira fase da cozedura.

Estou muito satisfeita. Andava há que tempos com vontade de fazer umas experiências com óxidos metálicos em alto fogo, para aplicar nos relógios de sol (e não só) e estes são os primeiros resultados, acabados de desenfornar – resultaram.

Amanhã tenho de cortar varetas de aço inoxidável  para aplicar como gnómons e depois estão prontos, mesmo a tempo de os levar para o Mercados no Museu, que vou fazer no sábado – e se tudo correr bem, estará um dia de sol.

ÓXIDOS METÁLICOS

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Tenho andado ocupada com mil e uma coisas – entre elas os meus novos relógios de sol, que finalmente parece que já estão secos e prontos a cozer a 1250º.

Entretanto e aproveitando esta maré do alto fogo, tirei hoje do forno uma série de experiências que entretanto fiz com barro refractário, porcelana, grês e óxidos metálicos – estou aqui com umas ideias novas, que acho que vão resultar bem.

RELÓGIOS DE SOL

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Entre umas e outras coisas que se metem sempre pelo meio, acabei hoje a minha produção de relógios de sol em barro refractário; oito,  de momento, todos com mostrador horizontal e feitos com o máximo de rigor possível para a latitude 38º N – praticamente a de Portugal inteiro, se não entrarmos nos preciosismos de dois ou três graus a mais para norte e um ou dois a menos para sul.

Uns estão mais giros e bem conseguidos e outros são menos inspirados, mas como felizmente há gostos para tudo, estão todos agora em fase de secagem e depois vão todos para o forno – que eu cá não gosto de discriminar ninguém.

LASTRAS

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Em grande produção: ficaram hoje a secar os azulejos manuais em terracota com 1,2cm de espessura que estou a fazer para utilizar avulso e também as lastras de barro refractário com 3cm de espessura que vou cortar amanhã para fazer mais relógios de sol. Bendita a hora em que resolvi comprar a minha mesa de lastras.

ANO NOVO

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Decisão de ano novo: procurar novas lojas para comercializar as minhas peças. E é para começar já, porque depois é sabido que as decisões de ano novo vão esmorecendo com o tempo.

E produzir, claro; comecei esta semana – finalmente! – a fazer uma série de relógios de sol em barro refractário; para já, oito novos modelos, latitude 38º N – que é o mesmo que dizer centro de Portugal.

E quatro já estão a secar – o que ainda vai ser demorado.

 

 

 

ASCENDENTES

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Ainda em maré de exploração de árvores genealógicas: descobri que as há de descendentes e de ascendentes; tenho feito as primeiras, mas as segundas são as mais comuns; no tronco está o sujeito e pelos ramos desmultiplicam-se os seus antepassados.

Posto isto e, à experiência, resolvi pintar um azulejo avulso com uma destas – para oferecer ao Miguel Maria, que tem agora seis meses e pode pendurá-la no seu quarto.

DUAS GERAÇÕES

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Ainda sobre árvores genealógicas: resolvi pintar este azulejo de figura avulso com uma pequenina árvore genealógica de duas gerações – pai, mãe e três filhos – em tons de verde e castanho.

Não ficou mal, acho que estou a ficar perita nisto.