Tal como estava combinado, ontem entreguei as oitenta réplicas de azulejos de estampilha que fiz para o coreto do Jardim do Tarro, em Portalegre, construído em 1876.
O prazo foi apertado e a luta contra o tempo não me permitiu fazer muitos mais testes de cores e fiquei a achar que o branco poderia ser talvez um bocadinho mais acinzentado; o azul escuro não está tão escuro e fundido como o dos azulejos originais e o brilho, pois…; estes azulejos são mais brilhantes, mas tive problemas com as tintas sobre os vidrados mate dos testes que experimentei e achei que era melhor não arriscar com a produção, assim tão em cima da hora, porque depois não havia tempo nem margem para voltar a repetir tudo – ainda para mais, com chacotas 13,5×13,5cm, que já não se fabricam e que já tinha deixado cortadas antes de ir para férias.
De qualquer modo, estou satisfeita; este padrão é muito bonito e apesar de tudo, os azulejos ficaram bem – agora fico a aguardar a fotografia in situ.






