A Câmara de Sintra avisou-me que não têm bancas para os feirantes, que cada um deve ter a sua. Claro que eu ainda não tenho uma e, tão em cima do acontecimento, vou ter de improvisar mais uma vez. Por sorte, aqui na oficina, cavaletes e pranchetas não faltam e vai ser com a prata da casa que eu me vou amanhar (a retenção de custos continua…). A questão vai ser entre haver uma parte de cima ou não; por um lado protegia-me do sol, por outro e, pensando em Sintra, protegia-me de chuva ou da humidade nocturna, que lá o verão é sempre duvidoso… Mas isso implica uma estrutura qualquer, que eu agora não consigo pensar… Portanto e, para já, acho que vai ficar mesmo assim. O importante é que as pessoas não se tenham de baixar. E quando eu me tornar uma verdadeira profissional nestas andanças, logo penso como vou fazer as coisas.


devias era montar uma banca de câmbio. também era medieval, precisavas de menos espaço e lidavas com mais dinheiro… e como na altura não havia Banco de Portugal, acho que ninguém te iria pedir as garantias todas que exigem para se constituir um banco